

Com notícia publicada na Folha.com, do portal uol, como escrevi em postagem anterior, muitos fãs dos smurfs tentavam bater o recorde mundial de concentração de gente azul vestida como tal. E não é que eles conseguiram. Bateram o recorde e entraram para o livro dos recordes, enfim... É isso. Então. E o quico? Bem, para eles foi importante pra caramba, e... É isso então. Tudo ocorreu no último sábado, quando 4.891 pessoas vestidas de Smurfs em 11 cidades ao redor do mundo estabeleceram um novo recorde para o livro Guinness: e você deve estar se perguntando que recorde era este? O de maior número de pessoas vestidas como os personagens do desenho em um período de 24 horas em várias localidades. Que coisa estranha, e azul...
Os eventos foram organizados em todo o mundo pela Sony, como forma de divulgação do lançamento do filme "Os Smurfs", que estreia no Brasil em 5 de agosto.
A data escolhida fazia alusão ao aniversário de Peyo, criador dos Smurfs.
O recorde anterior havia sido de 2.510 pessoas vestidas de Smurfs.
As cidades em que o evento aconteceu foram: Bruxelas, na Bélgica (o país natal de Peyo); Atenas, na Grécia; Haia, na Holanda; Dublin, na Irlanda; Cidade do México, no México; Cidade do Panamá, no Panamá; Varsóvia, na Polônia; Moscou, na Rússia; Johannesburgo, na África do Sul; Nova York, nos EUA; e Londres, no Reino Unido.(fonte: Folha.com - portal uol)

No dia 25 de junho, em comemoração ao aniversário de Peyo, o criador dos Smurfs (nascido em 25 de junho de 1928), a Columbia Pictures e a Sony Pictures Animation coordenaram eventos em todo o mundo como parte do Dia Mundial dos Smurfs, um evento mundial em antecipação ao lançamento da jornada dos Smurfs até os cinemas. O filme Os Smurfs será lançado nos cinemas brasileiros em 5 de agosto. No Dia Mundial dos Smurfs, enquanto pessoas, pintadas de azul ou não, participavam de atividades divertidas ligadas aos Smurfs em cidades espalhadas por todo o mundo, os participantes eram convidados e encorajados a comparecerem aos eventos vestidos de Smurf numa tentativa de se estabelecer um novo recorde para o Guinness World Records™ sob o título de o Maior Encontro de Pessoas Vestidas de Smurfs em um período de 24 horas em Locais Múltiplos. Os eventos seriam sincronizados em todo o mundo; sem dúvida alguma o maior evento deste tipo no mundo. Para realizar este feito seria preciso reunir conjuntamente mais de 2.510 Smurfs espalhados pelo mundo. Juízes do Guinness World Records™ ficaram a postos em 12 cidades ao redor do mundo, uma vez que eram esperadas centenas de participantes ao evento de cada cidade vestidos de Smurfs (com o gorro branco Smurf, calça e sapatos brancos, e o corpo pintado de azul), segundo notícia da RAC.com.br.. No Brasil, os Smurfs marcaram presença com a iluminação de monumentos em azul e um passeio dos personagens pela cidade de São Paulo.
Os Smurfs (do original, em francês, Les Schtroumpfs) é uma franquia dos personagens criados pelo cartunista belga Peyo (Pierre Culliford) em 1958. A palavra foi adaptada para o holandês “Smurf”, assim passando para o inglês e ganhando sua forma definitiva e universal, segundo o jornal on line Diário da Rússia.


O Uol Tabloide/São Paulo do dia 29/05 publicou uma notícia um tanto quanto estranha para o mundo daqueles que pensam estar vivendo num mundo aparentemente normal. O comediante inglês Milton Jones resolveu inovar nessa onda de shows de stand-up comedy. Aliado a uma marca de queijos chamada "A vaca que ri", ele montou um espetáculo em um pasto de uma fazenda em Hertfordshire (condado do Reino Unido), para um público muito especial: vacas!
A ideia de Milton era provar que as vacas também podem rir, com piadas do tipo "então vacas, vocês dizem que são vegetarianas, mas como vocês podem então estar vestindo couro". Trata-se de um tipo de comédia feita para quem tem muito senso, mas muito senso de humor mesmo. Segundo Jones: "escrever piadas para vacas foi bem diferente do que estou acostumado a fazer, mas um comediante deve brincar com seu público, então escrevi um material novo e específico para elas", comentou, e ainda completou "é um público difícil, mas posso dizer com a mão no coração que foram brilhantes. Apesar de terem saído mais cedo...", afirmou pensativo ao site "Metro.co.uk". Então... É isso mesmo.

A professora Sônia Maria Mendes, 48 anos, funcionária da Escola Municipal João Fernandes de Andrade, situada na cidade Salto de Pirapora, a 122 quilômetros de São Paulo, saía do seu trabalho como faz todos os dias. Então, quando menos esperava, uma mãe de aluna, que deve ter uma atitude exemplar na sociedade, atacou a professora pelas costas, e a espancou na frente da escola. A agressão ocorreu na última segunda-feira. A professora sofreu fraturas e ferimentos na face e precisou ser operada em um hospital de Sorocaba. Ela passa bem e deve receber alta em breve. A direção da escola desconhece o motivo da agressão. "Não era uma mãe presente. Sabemos apenas que se trata de uma pessoa agressiva, problemática", disse a diretora Débora de Moura. A aluna tem cinco anos e está matriculada no ensino infantil. Segundo testemunhas, a agressão ocorreu após a aula. A mãe teria chegado por trás e espancado a professora. Em protesto, pais e educadores decidiram paralisar as aulas na tarde de terça-feira. A direção e a prefeitura registraram boletim de ocorrência contra a mãe por agressão.
E então, o fato aconteceu. O nome da professora foi divulgado. As testemunhas viram a mulher apanhar na frente de uma galera, mas, e o nome da mãe, por qual motivo não foi divulgado? E uma foto da mãe? Por qual razão não aparece em nenhum jornal, nenhum canal de televisão, nenhum programa policial do gênero? Enfim. Talvez porque seja a mãe. O problema deste sistema que estamos inseridos é proteger os pais e os alunos. Os alunos, coitados, podem espancar o professor, arrebentar com o carro deles, chutá-los no ônibus, episódio este que já presenciei duas vezes, e agredi-los verbalmente e fisicamente em qualquer lugar, circunstância ou momento, mas seus nomes e imagens não devem ser divulgados; pois eles tem direitos, o problema é que ninguém cita que eles também tem deveres. Coitados. Afinal, eles só fazem isso por um motivo, o professor deve ter estressado ele durante a aula. Ou deve ter feito ele ler um livro. Ou ainda quem sabe, deixou ele de recuperação e ele precisou estudar no final de semana. Coitado. E os pais, quanta pena dos pais. Refiro-me a este tipo de pai e mãe que culpa o professor pelo copo que quebra no almoço de domingo, ou pelo pneu do carro que fura numa viagem de férias. E se o filho tira nota baixa, o professor está perseguindo ele. E se o filho reprova, o professor está se vingando de alguma coisa. Para estes entes queridos da família perfeita, o professor é o anti-Cristo que caiu na terra para desgraçar a vida de seus filhos. Estes papais e mamães que trabalham o dia todo, usam a escola como depósito de crianças, e ainda tem de aguentar reclamação de professor folgado falando de seus filhos. Tenha dó. Pra quê fazer isso com estes trabalhadores exemplares, que proporcionam uma educação de primeiro mundo para seus rebentos? Se o pai agride o professor, a culpa é do professor, quem mandou ele querer ensinar o filho do outro. Se a mãe espanca a professora, a culpa com certeza é da professora, quem mandou ela querer que a filha desta mamãe fosse alguém na vida. Tem momentos que eu penso e volto a pensar, por que a culpa sempre é nossa, os professores? Por que a escola está sempre errada? Por que o professor sempre é o desgraçado de todas as histórias? Com esta mãe, que agora tem um boletim de ocorrência nas costas, provavelmente não vai acontecer nada, afinal, ninguém nem sabe quem ela é. Agora, deixa o professor pedir silêncio na sala mandando um aluno ''calar a boca'', hum, que vacilo, aí esse professor, ou professora, tá ferrado.