










Tive a desgraça de casar-me com uma viúva a qual tinha uma filha (se soubesse não teria me casado). Meu pai, para maior desgraça, era viúvo, enamorou-se e casou com a filha da minha mulher. Resultou daí que minha mulher se tornou sogra de seu sogro, minha enteada ficou sendo minha mãe, meu pai era ao mesmo tempo o meu genro. E depois de algum tempo minha filha trouxe ao mundo um menino, que veio a ser meu irmão. Com o decorrer do tempo minha mulher também deu a luz a um menino que, como irmão de minha mãe, era cunhado de meu pai e tio do seu filho, passando minha mulher a ser nora da sua própria filha. Eu fiquei sendo pai da minha mãe, tornando-me irmão do meu neto. Minha mulher ficou sendo minha avó, já que é mãe da minha mãe e assim, acabei por ser avô de mim mesmo.
colaboração de Bruno
‘’O gato bebe leite, o rato come queijo, e eu, eu sou um palhaço’’


Assim que o filme foi lançado, no festival de cinema de Paulínia, Selton foi questionado a respeito do fim dessa crise de insegurança, Mello respondeu: “Filmar é bom, porque você fica pensando em coisas mais alegres, figurinos, sapato. Mas eu nasci ator.” Ainda durante essa mesma coletiva de imprensa sobre o filme, Selton Mello explicou que os nomes dos dois protagonistas do filme homenageiam dois palhaços brasileiros que fizeram história nos picadeiros. Benjamin de Oliveira, um ex-escravo que virou um dos mais importantes profissionais do circo, e Waldemar Seyssel, que ficou conhecido com o nome de Arrelia. O filme O PALHAÇO foi gravado em Paulínia, interior de São Paulo e no Parque Estadual de ibitipoca, em Minas Gerais.

Confesso que as reviravoltas da história me levaram as lágrimas antes mesmo que os créditos aparecessem na tela, talvez por culpa da trilha sonora comovente, ou do roteiro, quem sabe foram às risadas provocadas pelos palhaços no picadeiro, ou até mesmo das atuações geniais que me levaram a querer saber sempre o que o próximo minuto da história me apresentaria como surpresa.
‘’Quem controla a água, controla tudo’’

Com certeza o filme ‘’Rango’’ não é uma animação infantil como todas as outras, trata-se de um Western no melhor estilo espaguete. Ele pode agradar as crianças, mas vai agradar muito mais os adultos. A voz de ‘’Rango’’ é emprestada do ator Johnny Depp, que adora encarnar personagens estranhos no cinema.

No início o camaleão verde, que ainda não tem nome na história, aparece como um ator de monólogo. Ali, bem no começo, ele mostra ao público do que gosta. Atuar, contracenar, criar situações, e chamar a atenção dos demais objetos que estão com ele em cena, como faria um diretor de teatro. Mas, como nem tudo são flores, quando menos espera, ele sofre um acidente, e assim, sai do aquário onde viveu por muito tempo. Jogado no meio do deserto, segue sozinho até encontrar um ser vivo, da mesma espécie que ele. Faz amizade, e então vai parar na cidade de Poeira, habitada por todos os tipos de animais que vivem naquele ambiente seco e sujo. Logo que chega ao vilarejo, encontra todos os seus moradores sofrendo com a seca, e principalmente com a falta de água. Naquele instante, a água é o item mais valorizado do lugar. Quando o camaleão chega à cidade de Poeira ele precisa se inserir a comunidade, até para ser aceito naquela sociedade, e para isso, faz o que sabe fazer melhor, atuar. Cria um personagem para si próprio chamado Rango, e daí, a história vai tomar uma proporção que nem ele mais vai conseguir imaginar o tamanho do estrago que estaria por vir. Os diálogos inteligentes, as paisagens belíssimas, as personagens que nos conquistam a cada aparição na tela, embora feios; o humor em cada cena, a ação presente em cada sequência do roteiro, a trilha sonora que leva qualquer um a reviver os filmes de faroeste dos anos setenta e oitenta, e as corujas, que aparecem de tempos em tempos para narrar à história, faz desse filme uma obra admirável do cinema de animação. Por fim, a chegada da industrialização, o velho oeste que fica pra trás no tempo, assim como ocorrera na história, e a jornada de um forasteiro tentando encontrar seu destino, faz com que o filme permaneça em sua mente por muito tempo depois que ele apresenta seu encerramento.

Os fãs britânicos do chamado ''bruxinho Harry Potter'' incluíram mais um local em seu roteiro de visitas. O jornal "Daily Mail" publicou em reportagem datada do ano de 2007, que um cemitério de Yorkshire tem um túmulo no nome de ninguém menos que Harry Potter e, para completar, o vigário da paróquia chama-se Reverendo Rowling, mesmo sobrenome da autora dos livros sobre o jovem mago, J.K. Rowling. O Harry Potter enterrado no cemitério da igreja de St. Lawrence, em Carlton Miniott, na região de North Yorkshire, morreu em 1919, aos 29 anos. A lápide estava coberta de mato há anos e foi descoberta por acaso, por jardineiros durante uma limpeza. A surpresa foi maior ainda quando os trabalhadores ficaram sabendo que o responsável pela paróquia chamava-se Rowling. Mas as coincidências param por aí, e não vão além disso. O reverendo Richard Rowling tem o mesmo nome da criadora de Harry Potter, mas os dois não têm nenhuma relação. A descoberta causou comoção na cidade, com crianças se aglomerando para ver a sepultura no nome do herói. Por fim, virou ponto turístico obrigatório para quem vai até Yorkshire.
Fonte:o globo on line/publicação de 01/11/2007.
