''Quando acertamos ninguém se lembra, quando erramos ninguém se esquece''

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Assalto ao BANCO Central - o filme

Dirigido por Marcos Paulo, que faz sua estreia nos cinemas, e escrito por Renê Belmonte, o mesmo roteirista dos dois filmes SE EU FOSSE VOCÊ, Assalto ao Banco Central apresenta-se bem articulado em sua edição e direção. Embora muita gente saiu falando mal do cinema, eu gostei muito. Confesso que tudo que vi na tela me surpreendeu. O filme começa mostrando as personagens que planejam um assalto grandioso em um banco. Depois de algumas cenas fica claro que querem assaltar uma agência do Banco Central, mas não fica claro em qual cidade isso irá ocorrer. Num primeiro momento ‘’Barão’’, personagem de Milhem Cortaz, aparece como o chefe de tudo. Sempre de terno, sem dúvida fica claro rapidamente que ele é o mais esperto e o mais endinheirado de todos que ali estão. Viaja de um lado para outro do país recrutando o bando que irá fazer o serviço sujo. Uma casa é comprada ou alugada, isso não fica claro na trama, para que sirva de quartel general do grupo. Ali eles planejam tudo. Fazer um túnel por baixo da rua, medindo 80 metros, até o cofre do Banco Central, onde está o dinheiro.

Nesse ponto do filme ocorre uma quebra na história e vemos carros da polícia federal investigando o roubo de 164 milhões de reais. Todos estão dentro do cofre, e ali fica claro que o roubo já aconteceu. O delegado, interpretado por Lima Duarte, seguido de sua equipe, entra no túnel e caminham até a casa. Logo que lá chegam outra quebra, e voltamos para o planejamento do assalto. A impressão que temos nesse ponto do filme é que o filme vem contraindo sua história, mostrando num momento imagens do início do filme e em outro momento imagens do final da história, formando assim uma espécie de sanfona no roteiro. Gostei bastante desse recurso, não fica cansativo e prende a quem assiste ao filme esperando por uma resolução.

O resultado final vem aos poucos, com o desfecho do assalto, onde os bandidos dividem o dinheiro e começa a entrar em cena a ganância por mais dinheiro. Num primeiro momento um dos ladrões questiona a divisão do dinheiro em partes iguais, morre por falar demais. Num segundo momento todos saem no mundo e pouco a pouco vão se entregando quanto ao paradeiro de um e de outro, tudo em busca de mais e mais dinheiro.

Por fim, o engravatado do começo, que dava indícios de ser o mais esperto de todos, surpreende a quem assiste ao filme. Gostei muito da direção, as idas e vindas no roteiro não deixam você cansar de assistir, ficando ligado em cada cena que ocorre na tela. As interpretações não estão ruins como tantos acusam, mas em um ponto o roteiro pecou. A relação de Giulia Gan com outra mulher fica claro a partir do momento que a suposta namorada entra em cena. Não há como não perceber que entre as duas ocorre alguma coisa mais séria. A mulher aparece com um vestido colado ao corpo provocando reações até em Lima Duarte, que só estava ali na função de delegado. Além da única aparição em cena da mulher provocante acompanhamos em vários momentos inúmeras ligações dela para com Giulia. Nesse ponto, achei falho o fato dessa relação homossexual não acrescentar nada para a história.

Embora muitos dizem que o filme é bom para dormir, não concordo com tal opinião, uma vez que a história conseguiu prender minha atenção, agora, em outros tempos, cansado, estressado e sem vontade de manter os olhos abertos, é claro que eu teria dormido; e assim sendo nessas condições físicas aqui citadas, nem os tiros de Rambo IV conseguiriam me manter acordado.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

VERDADE verdadeira MACHUCA

CONAN - o filme

Quem já ouviu a expressão ‘’vergonha alheia’’ vai entender a forma como me senti ao assistir esse filme no cinema. Você olha para o lado e vê mais cinco pessoas na sala tentando se esconder entre as poltronas, talvez para não serem reconhecidas, ou até mesmo, para não serem atingidas por gotas de sangue que possam saltar da tela indo diretamente para seus corpos bem lavados.

O diretor Marcus Nispel traz consigo a característica do sangue em seus filmes, pois, foi o mesmo Nispel que dirigiu Sexta-Feira 13, na produção de 2009, e o filme O Massacre da Serra Elétrica, produção de 2003. Nessa nova versão de Conan: O Bárbaro, o sangue que acompanha o diretor está de volta, e agora, com mais recursos cinematográficos.

O filme não lembra em nada a história original criado para as Histórias em Quadrinhos; nessa versão o que se vê na tela é um Conan vingativo que só pensa em perfurar e matar com sua espada, quem quer que seja que fique na sua frente.

Logo na primeira cena, quem assiste ao filme se vê no meio de uma batalha. Por incrível que pareça sim, a mãe de Conan, grávida, luta nessa mesma batalha. É gente pulando sem braço de um lado e gente tentando andar sem pernas do outro lado. A mulher, por estar grávida, usa uma armadura na barriga, incrível, eu nem sabia que já tinham inventado isso, enfim, ela luta com quem aparece na sua frente até o exato momento que começa a entrar em trabalho de parto. Na mesma batalha está o pai de Conan, e marido da mulher que está entrando em trabalho de parto. Talvez estivesse ali cuidando da esposa, afinal, grávida não pode fazer muito esforço para não prejudicar o bebê, só uma batalha aqui, carregar um peso ali, que não exceda muito é claro. Mas, por estar lá, na hora certa e no lugar certo, é ele quem faz o parto da esposa, retirando de dentro da barriga da mulher quase morta, seu filho, que receberá o nome de Conan. Tudo corre bem, menos para a mulher, que fica lá, morta, no campo de batalha. A sessão começou com mais de vinte pessoas dentro da sala do cinema, quando essa cena terminou, tinha só seis pessoas lá dentro, eu e mais cinco.

Continuando. Conan é criado pelo pai numa aldeia bárbara. Não acontece nada a na aldeia, nunca, mas mesmo assim, eles sempre estão treinando para a guerra que um dia chegará. Devido a todos esses treinamentos, Conan cresce como um grande guerreiro. Ou seja, um guerreiro que promete, poderia assim dizer um olheiro de futebol. Mas, como nem tudo são flores, um dia a aldeia é atacada. Os invasores procuram por uma máscara mágica, é incrível como acreditam nisso ainda em pleno século XXI, mas enfim, o pai do Conan morre, e aí já viu; o rapaz jura que vai encontrar o homem que matou seu pai e vai matá-lo do mesmo jeito, ou até mesmo pior da forma como foi. Quem pode saber? Só o próprio Conan mesmo, mais ninguém. A partir daí, tem início a longa caminhada de vingança empregada por ele. Se não fosse bárbaro, podia ser um clássico filme de faroeste dos anos 70, ou ainda, um filme de Stallone ou Bruce Willis nos anos 80. Por fim, um narrador entra na história, talvez devido ao fato do filme contar com tão poucas falas, seria preciso alguém narrar para ambientar quem assiste ao filme sobre aquilo que está acontecendo na tela. O narrador é uma espécie de fantasma, que surge de vez em quando dentro da trama, só pra explicar alguma coisa que poderia ser explicada com diálogos, mas não aconteceu. Confesso que é muito estranho ouvir as narrações entrando em meio a tudo aquilo; quem assistir verá, ou melhor, ouvirá.

Sobretudo que foi falado, o filme Conan pode ser resumido da seguinte forma: matou alguém da minha família, espere e verá, vou me vingar. No meio da história surge Tamara, os dois viajam juntos, nada de novo até aí. E assim a história segue. Depois de muitos membros decepados e vísceras explodindo chegamos ao final da trama. Consegui contar entre duas e três piadas durante o filme, não me lembro bem ao certo agora, mas posso garantir que você não irá rir do início ao fim. O que vemos sem dúvida alguma é a lâmina correndo solta em todos os cantos do corpo alheio.

O filme fracassou nas bilheterias estadunidenses, aqui no Brasil, também não foi bem sucedido. A produção do segundo filme da trama foi cancelada, devido à baixa renda que a produção alcançou. Enfim. Antes do lançamento comparavam o velho Arnold com o novo ator Jason Momoa, pelo amor de Deus... Nada a ver.


LEI de Gerson


Gerson, chamado de o ''canhotinha de ouro'' na Copa do Mundo de 1970 fez história. Depois de maravilhar o mundo com seu futebol, no México, voltou ao Brasil e fez alguns comerciais para a televisão. Entre os comerciais que participou estava o comercial do cigarro VILA RICA. Gerson sempre fumou e nunca escondeu isso de ninguém. O comercial foi gravado em 1976, época em que o fumo não era perseguido com leis e críticas constantes como ocorre na atualidade. Ao final do comercial Gerson faz o seguinte comentário: ''gosta de levar vantagem em tudo, certo; leve vantagem você também...''. A ideia do ''levar vantagem em tudo'' foi incorporada rapidamente pelo povo brasileiro. A partir de então, quando algum ''esperto'' desse país decidi humilhar, enganar, trapacear, roubar e cometer outros atos atribuídos aos chamados ''safos'', é atribuído a ele a chamada Lei de Gerson, lei esta que nasceu a partir do comentário ''leve vantagem você também''.
O aumento em 100% no salário dos políticos, votado e aprovado por eles mesmos. O remédio que vence na prateleira da farmácia, e o farmacêutico altera a data na intenção de não perder a venda do produto. A moeda de um centavo que a caixa do supermercado não devolve a você e fica tudo por isso mesmo, afinal, é só um centavo. Por fim, a lei de Gerson é mais presente em nosso cotidiano do que imaginávamos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ÚLTIMA tentativa do INDÍVIDUO

Times que estão na ponta da tabela, brigando pelo título do campeonato brasileiro, adotam estratégia do décimo segundo homem; neste caso, do lado de fora do campo, com uma visão privilegiado de todo o gramado.

GIGANTES de AÇO - o filme

Assim como o filme OS COLETORES, GIGANTES DE AÇO acontece num futuro próximo de nós, calculei os mesmos dez anos para que os órgãos comecem a ser fabricados em larga escala no mundo onde vivemos. Bem, no futuro, o boxe, antes lutado por homens e mulheres com luvas nas mãos, agora dão espaço a robôs bem equipados. Ao invés dos seres humanos, são esses robôs que lutam entre si, causando a sensação de quem assiste ao espetáculo. É a alta tecnologia colocada à disposição de quem está esperando para ver violência. Os efeitos especiais são muito bons, o que faz os robôs lembrarem os chamados ‘’Transformers’’, com uma diferença, são bem menores e o raciocínio não vai tão longe quanto. Movimentados por controle remoto, os chamados gigantes de aço entram no ringue. Num primeiro momento vemos Hugh Jackman (Charlie Kenton) controlando um robô que luta contra um touro, tudo parecia ganho quando, Charlie se distrai e o robô é destruído. A primeira cena representa muito daquilo que vamos descobrindo sobre Kenton no restante da história. Charlie Kenton, um lutador, agora decadente, que perdeu sua chance de ganhar um título importante da categoria, quando robôs de aço, com peso superior a 900 quilos, e mais de dois metros e quarenta de altura entraram no ringue para disputarem combates. A partir de então Charlie se transforma numa espécie de empresário e promotor de lutas com robôs, andando pelo país, visitando feiras agropecuárias e rodeios, chamados por muitos de arena de luta, ganhando somente o suficiente para comprar combustível e comer; recolhendo sucatas de metal, de robôs, na intenção de sobreviver entre uma arena e outra.

Mas, como tudo que está tão ruim ainda tende a piorar, Charlie vai ao fundo do poço. Endividado, sem saber o que fazer, e por onde começar a levantar, Charlie vê em seu filho, a chance de se reerguer. Não pelo fato de ter sido um pai ausente, e que agora recebe seu filho devido ao falecimento da mãe do menino, numa tentativa de acreditar na esperança vindoura da família que se une por mais uma vez, mas sim enxerga ali a chance de ganhar dinheiro em combates de verdade. Embora relute muito antes que isso aconteça, ele incumbe seu filho Max, interpretado pelo ator Dakota Goyo, o jovem ‘’Thor’’, à missão de construir e treinar um competidor habilitado, e que não passe vergonha, na intenção de disputar um campeonato. A cada luta as apostas aumentam. A cada combate, Charlie e Max veem a chance de saírem dali com a vitória.

O filme conta com Spielberg na produção e uma criança no enredo, só isso já basta para perceber que a história terá emoção, sobretudo na base da reconciliação familiar. Uma volta por cima, ao melhor estilo emoção norte americana, onde aquele que foi nocauteado pela vida, ainda apresenta um pouco de energia para dar a volta por cima e mostrar a todos que podemos cair, mas sempre lembrando que ainda não estamos mortos. Assim como o filme OS COLETORES, o final faz você acreditar naquilo que está vendo, ao mesmo tempo em que não consegue conceber aquilo que seu cérebro está processando. Ou seja, ou você gosta, ou não gosta. Eu gostei muito.

domingo, 20 de novembro de 2011

PROFESSORES do mundo REDONDO

Isso não vai demorar muito pra acontecer.

Marketing

OS COLETORES - o filme

Em um futuro próximo, e quando digo isso, refiro-me há daqui uns dez anos, quem sabe; a sociedade utiliza com frequência os serviços da empresa THE UNION, que fornece sofisticados, e caros, órgãos mecânicos para os seres humanos. As pessoas se dirigem até lá para comprar um coração novo, um rim, um pulmão, um fígado, enfim, tudo que pode ser ajustado no corpo humano. Por um segundo pensei: genial, essa é a solução para o futuro dos transplantes no mundo. Ninguém vai precisar ficar em filas de transplantes esperando por órgãos que nunca chegam. Mas, como tudo na vida não são somente flores, tem o lado ruim do negócio, o preço. O preço por cada órgão é muito alto. Um absurdo. Beirando a soma de 500 a 600 mil reais, a pagar a vista, ou em pequenas prestações. Muito dinheiro envolvido, e nem todos podem pagar. É aí que entram os chamados COLETORES. Caso o comprador não honre a dívida que fez com a empresa UNION, funcionários da mesma, chamados de coletores, são enviados com a função de recolher o órgão vendido, seja ele qual for. Remy, interpretado por Jude Law, é um dos melhores coletores que existe na empresa UNION.

Embora ele tenha problemas de indiferença com a esposa em casa, justamente por ela não aceitar o que ele faz para ganhar dinheiro, no trabalho tudo vai bem. As coisas caminham para uma pacífica mudança de cargo dentro da empresa onde trabalha Remy, mas ele sofre uma parada cardíaca enquanto estava realizando um dos serviços agendados pela empresa. A partir de então ele é submetido a uma cirurgia, onde lhe é transplantado um dos corações fabricados pela empresa THE UNION, cuja corporação ele é funcionário. O problema é que, em decorrência ao que lhe aconteceu, Remy não pode mais continuar exercendo o seu trabalho. E todos nós sabemos que sem trabalhar o dinheiro não entra na conta. Desta forma, Remy passa a ter um pequeno problema com os seus ganhos. Ou seja, deixa de ganhar dinheiro. Sendo assim, a dívida com a empresa que lhe forneceu o órgão vai aumentando, por fim, sem ter como pagar a dívida, ele se une ao colega Jake, interpretado por Forest Whitaker, na tentativa de escapar da perseguição empenhada agora pela empresa onde trabalhou durante anos.

A próxima reviravolta na história ocorre quando ele conhece Alice Braga, no papel de uma mulher totalmente transplantada com órgãos da empresa THE UNION, aí, já viu. Olhar daqui, olhares dali, Jake começa a acreditar na filosofia, trabalho é trabalho, amizade é amizade, mas enfim; depois de muita correria, muita gente sangrando no corredor da empresa, e tiro pra tudo quanto é lado, chega o final do filme. Quando você acha que acabou, vem à surpresa. O final é surpreendente e não abre brecha para você gostar mais ou menos. Ou gosta, ou não gosta, sem meio termo. Um filme muito bom, com atuações excelentes, e um roteiro que te prende a cada cena.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

BRINCANDO com a MATEMÁTICA


Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?

Resposta: 200 alunos dia.

Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por mês?

Resposta: 4.400 alunos por mês.

Consideremos que nenhum aluno faltou (ha ha ha), e que cada um deles resolveu pagar o professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80 centavos, por aluno. Quanto é a fatura do professor por dia?

R: R$ 160,00 reais diários

Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é o faturamento mensal do mesmo professor?

R: No final do mês ele terá faturado R$ 3.520,00.


O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?

Resposta: aproximadamente 0,27 por aluno.

(isso nos mostra que valemos menos que um pacote de pipoca)



Um professor com padrão de vida simples, solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:

Sindicato: R$ 12,00 reais

Aluguel: R$ 350,00reais ( pra não viver confortável)

Água/energia elétrica: R$ 100,00 reais (usando o mínimo)

Acesso à internet: R$ 60,00 reais

Telefone: R$ 30,00 reais (com restrições de ligações)

Instituto de previdência: R$ 150,00 reais

Cesta básica: R$500,00 reais

Transporte: sem dinheiro

Roupas: promocionais

Quanto um professor gasta em um mês?

Total das despesas: R$ 1.202,00

Qual o saldo mensal de um professor?

Saldo mensal: R$ 1.187,00 - 1.202 = -15 reais, passando necessidades.


Por fim, ficam as perguntas:

Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?

Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.

Quanto vale o trabalho de um professor?
Isso é bom para o aluno?
Isso é bom para a educação pública do Brasil?

Ponto de VISTA

contribuição BRASILEIRA de segurança

FESTAS FESTEJADAS pelo BRASIL e pelo MUNDO em FESTA

Festa do Quiabo

Festa do Ovo

Festa do Ovo de galinha

Festa do Frango Peão

Festa do Frango Assado

Festa do Esquisito

Festa do Esquisito Gospel

Festival do Camarão na Frigideira

Festival do Camarão na Bandeja
Festa do Boi e do Cavalo

Grande Festa do Boi

Festa do Boi Ralado no Espeto e Festa do Frango Ralado no Espeto

Festa do Boi e Frango Ralados

Festa de Nossa Senhora de Achiropita

Festa da Sardinha em Portugal

Festa A Saideira

Festa A Saideira com Samba e Pagode

Festa da Saia Curta

Festa da Cenoura, pelo amor de Deus...

domingo, 13 de novembro de 2011

VISITA ao MUSEU

João Alfredo visitou o museu, quebrou um vaso da dinastia Win guan chinesa, não pagou pelo estrago que fez, e foi preso; uma bela forma de encerrar um final de semana.

RECORDE mundial

O que leva um ser humano fumar 2 mil cigarros só para entrar para o livro dos recordes?
O que leva esse cara ter um pulmão funcionando nessa altura da vida?
O que leva aquele monte de curioso lá atrás ficar olhando o cara fumar 2 mil cigarros?
O que leva o livro dos recordes aceitar o fumo de 2 mil cigarros como recorde mundial?
Mistério...

RECORDE mundial

O que leva um cara entrar para o livro dos recordes só pelo motivo de ter os maiores pêlos de orelha do mundo?
O que leva o livro dos recordes aceitar esse tipo de recorde?
O que leva esse cara ter uma esposa?
O que leva esse tipo de fio nascer na orelha desse cara?
O que leva ele ter orgulho de possuir esse recorde?
Mistério...

15 de novembro de 1889 - PROCLAMAÇÃO da REPÚBLICA

Era o dia 15 de novembro do ano de 1889. O Marechal Deodoro da Fonseca não estava bem de saúde, mas mesmo assim o golpe militar foi realizado. Ocorrido de forma pacífica o imperador D. Pedro II foi deposto do trono que ocupava. Os militares assumiram o poder, a república foi instaurada no Brasil, e o Marechal Deodoro da Fonseca foi eleito como presidente provisório pra segurar a bucha nas mãos. Algum tempo depois ele teve alguns problemas e precisou sair do cargo, mas isso já é outra história. No Brasil de hoje, poucos se importam como isso aconteceu, ou não estão nem aí para a forma como aconteceu. Enquanto a chuva cai lá fora molhando a calçada da rua, muitos estão enchendo a cara de bebida alcoólica e dirigindo pelas estradas do Brasil, na intenção de ''curtir'' o feriado. Esse é o Brasil republicano de hoje.

RECORDE mundial

O que leva um ser humano colocar pregadores em seu rosto?
O que leva um ser humano entrar para o livro dos recordes por ter mais pregadores em seu rosto?
O que leva um ser humano a sorrir com mais de sessenta pregadores no rosto?
O que leva um ser humano utilizar um pregador para não ''pregar'' roupas?
Mistério...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011