''Quando acertamos ninguém se lembra, quando erramos ninguém se esquece''

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

MAMONAS para SEMPRE, o filme



Eu assisti ao documentário "Mamonas Para Sempre", de Cláudio Kahns. O grupo Mamonas Assassinas fez parte da minha adolescência. Lembro-me que quando eles surgiram eu passava por um dia não muito legal. E ao ouvir o primeiro sucesso no rádio, o ‘’VIRA-VIRA’’, pronto, alguns pontos de vista mudaram naquele momento. Esperei quase 20 anos para ver esse documentário pronto. Especulações diziam que seria um longa de ficção, mas por fim, foi um documentário, o que já valeu muito a pena. Fã que sou, vi na tela a verdadeira identidade dos integrantes do grupo, ou seja, tudo o que existia por trás daquelas fantasias.
O filme mostra entrevistas com amigos, familiares, o empresário e o produtor musical. Para quem viveu aquela época, vai gostar muito de ver o que se passava nos bastidores da turnê que correu o país. No final, a tragédia anunciada que todos já ouviram falar um dia. Quanto a esse ponto o filme não enfoca muito, pois a intenção do diretor era justamente transmitir os grandes momentos de alegria do grupo.
A banda composta por Dinho, Bento Hinoto, Julio Rasec, Samuel e Sergio Reoli, antes de ser os Mamonas Assassinas, chamava-se "Utopia" e tocava rock com uma pitada de romantismo. Nos anos 90 os meninos não imaginavam que seriam um mito brasileiro, mas com o sonho de tornar verdade, transformaram "Utopia" em "Mamonas Assassinas", do qual teria trocado o romantismo por humor, fazendo sucesso com as músicas  ‘Pelados em Santos’, ‘Vira-Vira’ e ‘Sábado de Sol’. Há 16 anos o sonho realizado foi embora, com a morte trágica do grupo após o avião em que se encontravam ter batido num morro e matado todos os integrantes da banda.
O diretor do filme disse como o documentário foi composto: "Eu não era fã, mas achei que a trajetória deles valia um filme. Fazendo a pesquisa para meu longa de ficção ( ‘Mamonas — O Filme’, projeto que está engavetado), filmamos as entrevistas e o documentário começou a tomar forma. Fizemos tudo sem patrocínio e esse foi um desafio muito grande", disse Claudio, acrescentando: Um dos momentos mais fortes do longa acontece em uma apresentação na cidade natal dos Mamonas, com um desabafo de Dinho: "As pessoas olhavam pra mim e diziam: ‘É impossível você chegar até aqui’. O impossível não existe. Tudo é possível quando vocês querem", disse o vocalista. "O filme é a realização do sonho deles. Cada um entende o documentário de uma maneira, mas essa história de persistir e acreditar no seu sonho é uma linha forte que mostramos", conta o diretor.
Mesmo depois da morte da banda, fãs especulam se os ‘’Mamonas’’ lançariam um segundo disco caso estivessem vivos. Muita coisa foi falada, até uma confissão do pai de Dinho dizendo que ele já pensava numa carreira solo. Muita coisa ainda vai ser dita, como acontece com pessoas expostas na mídia. Levando em consideração que eles não estão presentes para mostrar o que de fato poderia ter acontecido, o espirito divertido dos ‘’Mamonas’’ continua nos fãs saudosos no primeiro disco lançado pelo grupo. Dois anos depois da morte deles, a gravadora lançou um segundo Cd, dessa vez com mesclas de músicas inéditas encontradas em arquivos e um show ao vivo. Poucas cópias foram vendidas, o produto não foi divulgado com intensidade, e o sucesso não se repetiu.
Ao final do filme, confesso que chorei.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

alguns TIPOS de CABELOS estranhos, chamativos e que atraem os olhares de quem passa...








ARTE com ALIMENTOS


Então...

ARTE com ALIMENTOS


Genial cara...

o FIM da PIADA


Tudo começou quando uma cantora que estava fora da mídia, resolveu processar Rafinha Bastos por fazer uma piada com seu bebê que ainda nem nasceu. O processo rolou na justiça e fez muita gente na televisão comentar sobre o assunto. O humorista não pediu desculpas publicamente, e foi condenado a pagar uma indenização, primeiro muito alta. Provavelmente seus advogados recorreram e a mesma indenização foi baixada para muitos reais. Por fim, negocia-se como será feita essa reparação de ''dano''. Depois, indo na onda do processo por piada, a comunidade portuguesa processou a lanchonete Habib's pela jogada de marketing que dizia: ''o bolinho é português, mas o preço é uma piada''. Pronto, mais um processo. E o juiz entendeu que a lanchonete realmente tinha ofendido a esses portugueses que tanto ouro tiraram do Brasil em tempos passados; mesmo sabendo que o fundador do Habib's é português. Resumo da ópera, a lanchonete pagou uma Van e mais uma série de comerciais serão bancados na tentativa de ''limpar'' a imagem desses portugueses ofendidos. Agora, a APAE processo Rafinha Bastos. Novamente o Rafinha, devido a uma piada feita em seu dvd ''a arte do insulto'', referindo-se a um deficiente físico. Além do processo, onde vão tentar tirar mais dinheiro do rapaz, ele terá que recolher todos os dvds das lojas onde estão sendo vendidos. Enfim, a moda realmente está pegando nesse país ridículo e fanático por boas maneiras. Primeiro, não gosta do Rafinha Bastos, não escute o que ele fala. Não suporta o Rafinha na televisão, mude de canal. Não gosta das piadas dele, não ria. Tudo isso parece jogada de marketing para se promover em cima do humorista que começou do nada, fazendo vídeos para a internet, quando a internet ainda nem era popular nesse país. O que mais parece atualmente é que as pessoas fazem questão de escutar o que Rafinha está dizendo, só pra conseguir processá-lo, por um deslize qualquer, e desse erro tirar um dinheirinho do cara que está trabalhando. Que merda, como tem gente infeliz, egoísta e invejosa nesse Brasil.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

VERSÕES do retrato de MONA LISA

Na semana que um novo quadro da Mona Lisa, pintado supostamente por um aluno aprendiz de Da Vinci, veio a tona; nada mais justo que fazer uma homenagem ao grande mestre Leonardo, e mostrar diferentes versões da pintura famosa idealizada pelo grande gênio renascentista.







































Deixa o Leonardo ver isso.