


Aconteceu no sábado 2 de julho, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. A Polícia Militar contabilizou cerca de 500 pessoas reunidas na chamada MARCHA DAS VADIAS. Algumas mulheres desfilaram com roupas curtas, outras com lingeries à mostra, algumas ainda traziam flores nos cabelos e maquiagem muito forte, talvez para parecer o quê? Quem sabe tudo, menos vadias, como se rotulavam. Não há como dizer. O movimento aconteceu como forma de um protesto bem humorado, contra a ideia de culpar as mulheres pela agressão que sofrem dos homens, ou de qualquer outro ser humano que por aí transite. Um grupo de feministas organizou o movimento. O nome ''vadias'' talvez não tenha sido uma boa escolha neste caso, segundo minha fútil opinião. De acordo com o dicionário, ''vadio'' significa aquele que não tem ocupação, ou que não faz nada, preguiçoso, que não trabalha; assim aplicado para vadio no masculino. Já o site oficial da ''Slut Walk'', responsável pela organização de todo este evento que teve início em Toronto no Canadá e agora chegou ao Brasil; Slut significa (puta, vagabunda ou vadia em português). Tais expressões tem conotação negativa e se tornou ferramenta de ''acusação grave de caráter''. Se esta era a intenção, ou poderiam mudar o nome, ou poderiam arranjar um emprego. O problema neste país é que agora tudo virou motivo para se fazer protesto e ''marcha''. Nem no período da ditadura militar se fez tanta marcha neste país. O problema todo aconteceu quando no Canadá um policial foi fazer uma palestra sobre segurança na Universidade de Toronto. O policial disse durante sua fala que as meninas deveriam evitar se vestir como vadias para não gerar assédios sexuais no campus. A indignação foi geral. E daí começou esta história de: ''eu visto a roupa que eu quero, e ninguém tem nada com isso'', diziam algumas. Outras foram além dizendo: ''Não é culpa das roupas que vestimos que somos agredidas, isso é por culpa do machismo que existe no mundo, as mulheres estão se unindo''. A partir de então organizaram a chamada ''Marcha das Vadias''. O objetivo é ter uma marcha dessa em cada estado do nosso país, Brasil, segundo as organizadoras do evento; que são feministas, muito feministas perante este problema. E o que acontece com as letras de funk, que colocam as mulheres como objetos sexuais o tempo todo? Onde estão as feministas neste caso? E o que acontece com as mulheres que aparecem com micro roupas em programas de televisão, sobretudo os programas de humor, que levam tudo para uma conotação sexual? Onde estão as feministas naqueles momentos? Talvez estejam marchando por aí, menos ouvindo música e vendo televisão. Segundo as feministas, ''não é a roupa que vai provocar qualquer coisa no sexo alheio, pois nada justifica a violência''; muito bom, concordamos com tudo isso e na teoria tudo é muito bonito, agora vamos a realidade do nosso país. Diga isso para um bandido armado, excitado, pronto para violentar uma mulher com roupas provocantes, decote a mostra, micro saia e maquiagem forte no rosto. Ele não está nem aí, não existe dó, não para os bandidos e estupradores. E outra, não é uma marcha com lingeries a mostra que vai mudar o machismo no mundo, isso vai além da cultura, da história e do jogo de poder. Se as mulheres estão tão unidas assim, então por qual motivo elas ainda são recordistas em boletins de ocorrência ao sofrerem violência doméstica, nas delegacias da mulher? Por fim, essa união ainda não é tão grande assim, caso contrário teríamos estatísticas diferentes em relação à mulher.
Durante a chamada MARCHA das VADIAS vários homens, que se intitulam vadios, neste caso preguiçosos e sem trabalho algum, segundo o dicionário; acompanharam a manifestação. Talvez estivessem realmente desempregados, por isso, vadios. Muitos destes homens estavam vestidos de mulher, sabe lá Deus por qual explicação se fantasiavam em meio a uma marcha voltada para um problema que tivera início com um homem, chamando as mulheres de vadias. Enfim... Cada um cada um. O mais estranho, ou mais oportunista neste caso, foram os manifestantes do movimento intitulado, Marcha da Maconha, agora liberadíssimo no Brasil pelo STF, acompanharem a passeata daquelas que se intitulam vadias, na tentativa de engrossar o caldo, ou quem sabe, se a violência contra as roupas não acabarem, talvez um cigarrinho seja liberado no final de tudo... Quem não arrisca não petisca, assim dizia o menino que fazia o comercial do leite em pó.

Com notícia publicada na Folha.com, do portal uol, como escrevi em postagem anterior, muitos fãs dos smurfs tentavam bater o recorde mundial de concentração de gente azul vestida como tal. E não é que eles conseguiram. Bateram o recorde e entraram para o livro dos recordes, enfim... É isso. Então. E o quico? Bem, para eles foi importante pra caramba, e... É isso então. Tudo ocorreu no último sábado, quando 4.891 pessoas vestidas de Smurfs em 11 cidades ao redor do mundo estabeleceram um novo recorde para o livro Guinness: e você deve estar se perguntando que recorde era este? O de maior número de pessoas vestidas como os personagens do desenho em um período de 24 horas em várias localidades. Que coisa estranha, e azul...
Os eventos foram organizados em todo o mundo pela Sony, como forma de divulgação do lançamento do filme "Os Smurfs", que estreia no Brasil em 5 de agosto.
A data escolhida fazia alusão ao aniversário de Peyo, criador dos Smurfs.
O recorde anterior havia sido de 2.510 pessoas vestidas de Smurfs.
As cidades em que o evento aconteceu foram: Bruxelas, na Bélgica (o país natal de Peyo); Atenas, na Grécia; Haia, na Holanda; Dublin, na Irlanda; Cidade do México, no México; Cidade do Panamá, no Panamá; Varsóvia, na Polônia; Moscou, na Rússia; Johannesburgo, na África do Sul; Nova York, nos EUA; e Londres, no Reino Unido.(fonte: Folha.com - portal uol)

No dia 25 de junho, em comemoração ao aniversário de Peyo, o criador dos Smurfs (nascido em 25 de junho de 1928), a Columbia Pictures e a Sony Pictures Animation coordenaram eventos em todo o mundo como parte do Dia Mundial dos Smurfs, um evento mundial em antecipação ao lançamento da jornada dos Smurfs até os cinemas. O filme Os Smurfs será lançado nos cinemas brasileiros em 5 de agosto. No Dia Mundial dos Smurfs, enquanto pessoas, pintadas de azul ou não, participavam de atividades divertidas ligadas aos Smurfs em cidades espalhadas por todo o mundo, os participantes eram convidados e encorajados a comparecerem aos eventos vestidos de Smurf numa tentativa de se estabelecer um novo recorde para o Guinness World Records™ sob o título de o Maior Encontro de Pessoas Vestidas de Smurfs em um período de 24 horas em Locais Múltiplos. Os eventos seriam sincronizados em todo o mundo; sem dúvida alguma o maior evento deste tipo no mundo. Para realizar este feito seria preciso reunir conjuntamente mais de 2.510 Smurfs espalhados pelo mundo. Juízes do Guinness World Records™ ficaram a postos em 12 cidades ao redor do mundo, uma vez que eram esperadas centenas de participantes ao evento de cada cidade vestidos de Smurfs (com o gorro branco Smurf, calça e sapatos brancos, e o corpo pintado de azul), segundo notícia da RAC.com.br.. No Brasil, os Smurfs marcaram presença com a iluminação de monumentos em azul e um passeio dos personagens pela cidade de São Paulo.
Os Smurfs (do original, em francês, Les Schtroumpfs) é uma franquia dos personagens criados pelo cartunista belga Peyo (Pierre Culliford) em 1958. A palavra foi adaptada para o holandês “Smurf”, assim passando para o inglês e ganhando sua forma definitiva e universal, segundo o jornal on line Diário da Rússia.


O Uol Tabloide/São Paulo do dia 29/05 publicou uma notícia um tanto quanto estranha para o mundo daqueles que pensam estar vivendo num mundo aparentemente normal. O comediante inglês Milton Jones resolveu inovar nessa onda de shows de stand-up comedy. Aliado a uma marca de queijos chamada "A vaca que ri", ele montou um espetáculo em um pasto de uma fazenda em Hertfordshire (condado do Reino Unido), para um público muito especial: vacas!
A ideia de Milton era provar que as vacas também podem rir, com piadas do tipo "então vacas, vocês dizem que são vegetarianas, mas como vocês podem então estar vestindo couro". Trata-se de um tipo de comédia feita para quem tem muito senso, mas muito senso de humor mesmo. Segundo Jones: "escrever piadas para vacas foi bem diferente do que estou acostumado a fazer, mas um comediante deve brincar com seu público, então escrevi um material novo e específico para elas", comentou, e ainda completou "é um público difícil, mas posso dizer com a mão no coração que foram brilhantes. Apesar de terem saído mais cedo...", afirmou pensativo ao site "Metro.co.uk". Então... É isso mesmo.